quinta-feira, 11 de junho de 2009
CACIMBA DAS CABRAS E CACHOEIRA DO PEDRO
SUAS BELEZAS CAMPESTRES
TEMOS A ARQUEOLOGIA
COM PINTURAS RUPESTRES
E A FLORA DA REGIÃO
QUE MUITO NOS FORTALECE
O SÍTIO CACIMBA DAS CABRAS
É MUNICÍPIO DE PICUÍ
FICA NAS ÁGUAS DO SERIDÓ
ENTRE O SERTÃO E CARIRI
PERTENCENTE A NILO DANTAS
QUE FOI TABELIÃO DAQUI.
A CACHOEIRA DO PEDRO
COMPLETA SUA BELEZA
AS QUEDAS DE SUAS ÁGUAS
RETRATAM A NATUREZA
MOSTRANDO AO VISITANTE
SUA VISIVEL GRANDEZA.
EM SUA FLORA REGIONAL
PODEMOS VER O CARDEIRO
MANIÇOBA, MACAMBIRA
JUREMA PRETA E PEREIRO
TAMBÉM COROA DE FRADE
XIQUE XIQUE E MARMELEIRO.
SOBRE AS AVES NATIVAS
QUE POVOAM O CHÃO DE LÁ
VEMOS O GALO DE CAMPINA
SIRIEMA E CARCARÁ
ASA BRANCA, JURITI.
PAPAGAIO E SABIÁ.
E SEUS PREDADORES
LÁ EXISTEM MARACAJÁ
RAPOSA, GATO VERMELHO.
GUAXINI E TAMANDUÁ
SALAMANDRA, CASCAVEL
COMUNS EM ROCHEDOS DE LÁ
ASSIM CACIMBA DAS CABRAS
É UM ELO DA CORRENTE
QUE LAÇA O PATRIMONIO
DA SUA INCANSAVEL GENTE
E FAZ PARTE DA UNIÃO
DA PARAIBA POTENTE
IRMÃ DA NOSSA PICUÍ
DE RELEVANTE HISTÓRIA
CONTATA POR ANCESTRAIS
QUE FICARAM NA MEMORIA
COMO FOI ABILIO CERSAR
QUE NOS DOO ESTA GLÓRIA
É MUITO BOM PRESERVARMOS
AQUILIO QUE NOS PERTENCE
EM ESPECIAL AS VIRTUDES
DAS FAMILIAS PICUIENSES
QUE SERÃO PERPETUADAS
NOS DIAS QUE O TEMPO VENCE.
SÃO ESSAS DEFINIÇÕES
ESIGIDAS POR EDINHO
QUE MOSTRA NOSSA CULTURA
COM ABSOLUTO CARINHO
E AMA A NOSSA TRADIÇÃO
DESDE QUANDO RAPAZINHO.
AUTOR: WEBER CUNHA.
quinta-feira, 12 de fevereiro de 2009
SITIO ARQUEOLOGICO PEDRA DA CIGANA - PICUÍ - PB
quinta-feira, 5 de fevereiro de 2009
SITIOS ARQUEOLOGICO CACHOEIRA DO PEDRO - PICUÍ - PB
DESENHOS DOS PAINÉIS E LOCALIZAÇÃO

quarta-feira, 4 de fevereiro de 2009
SOBRE ARTE RUPESTRE
Deve-se reconhecer, em primeiro lugar que, como patrimônios da humanidade, os sítios de pinturas e gravuras rupestres são monumentos de valor incontestável e que, enquanto obras de natureza singular, resultantes da atividade humana e, portanto, da experiência, do cotidiano, da sensibilidade e das crenças dos homens, esses sítios são verdadeiras obras de arte e como tais devem ser tratados, pois eles possuem não só valor histórico, mas também valor estético. Diante do reconhecimento da singularidade dos registros rupestres, nem a instância estética pode ser restaurada, nem a histórica, sob pena de perda de autenticidade. Este é um dos principais fundamentos da conservação de sítios de registros rupestres."
O CUIDADO COM OS SÍTIOS RUPESTRES
Mesmo o turismo, nesses locais, deve ser feito de forma ordenada.
"Proteção - O Instituto do Patrimônio Histórico Artístico e Nacional (IPHAN) é o órgão federal responsável pela proteção do patrimônio arqueológico nacional e pela fiscalização e autorização de exploração do sítio arqueológico. "Temos um trabalho enorme pela frente para o cadastramento desses sítios", afirma Sônia Rabelo de Castro, diretora do Departamento do Patrimônio Material e Fiscalização do IPHAN de Brasília."
terça-feira, 15 de janeiro de 2008
SOBREVIVÊNCIA NA CAATINGA
"A flora das Caatingas, na sêca, transforma-se num, emaranhado de galhos e ramos retorcidos, espinhos, cactus, tôda parda, aparentemente morta". "É o Sertão, do chão de pedras, do céu alto e limpo de nuvens, dos rios sem água, dos açudes vazios, dos animais a vagar famitos...dos sertanejos em retiradas"...
"Mas, com as primeiras chuvas a folhagem desabrocha e em um dois ou três dias, tudo reverdece, as sementes enterradas no chão germinam..." Então," é o Sertão do "verde" quando chove... dos açudes ameaçando romper...do gado gordo e lustros... do sertanejo despreocupado e feliz".
Cuidaremos, em nosso pequeno estudo, da sobrevivência nessas terras, nos tempos em que água é quase mentira, e o inferno quase verdade Êle não está completo.
Cada nova experiência sua, cada novo aprendizado, será um passo a mais na complementação de leitura.
Creio que sempre haverá um espaço em branco, porque sempre você terá experiências, mais uma informação a acrescentar.
Passou Antonio Conselheiro. Passaram Cangaceiros e Jagunços, mas ficou o chão em que pisaram. Monótona, permanece a verdade nua e crua de paragens cruas e nuas. Não se criam novas formas nêsse deserto. Quando vem Sêca, elas voltam as mesmas: desoladas e terradoras; trites e desafiantes. Parece, então, que o tempo não passou.
Como "sobreviver" o homem, em terras, onde árvores franzinas e ressequidas, mal, conseguem vegetar?
A fome, a sêde, as rudezas podem se vencidas. É necessário sabermos como fazê-lo. O Sertanejo sabe.
estamos convictos e conscientes que nossa capacitação para enfretarmos os desafios da Caatinga será uma verdade, quando nela estagiarmos, experimentarmos as agruras de uma subrevivência dificil, exercitarmos nossa capacidade de improvisação de homens brasileiros.
O Agreste e o Sertão possuem caracteristicas próprias, diferentes da Amazonia e das outras vegetações brasileiras, e, uma pasagem nessas regiões terá suas características, tão cruentes, imprevisiveis e dificeis, quão dificeis, imprevisivel e cruentas são essas terras, na estiagem.
Para o amigo que visita este blog e gosta de aventuras por este Brasil afora e nunca veio nestas regiões, guando se depará com este clima, sêco, sem chuvas, aqui estou relatando uma pequena maneira de você tentar sobreviver nesta região.
No quadro das "paisagesn geograficas" apresentam-se o Solo e Subsolo, Relêvo (alturas e depressões), o Clima, a Hidrografia, e a vegetação, como fatôres de definição.
A vegetação é, de todo os acidentes, o que mais caracteriza os panoramasm de uma região.
No nordeste, (e isso se observa mais acentuadamente em Pernanbuco, Paraiba e Rio Grande do Norte), a vegetação impõe quase que três aspectos, distintos: a Mata, o Agreste, o Sertão.
É bem verdade que cinco vegetações distintas aparecem na Região Nordeste: a Floresta Equatorial, que é um prolongamento da Amazônia em, território Maranhense, dando lugar aos cocais de Babaçú, para leste, a Floresta Tropical, do rio Grande do Norte ao sul da Bahia, quase que dizimada, pelo plantio da Cana-de-açucar; o Cerrado, no sul do Piauí e do Maranhão, e oeste baiano, onde surge a carnaúba, "arvore da vida" do nordeste; Vegetação Litorânea com alagadiços e coqueirais praianos: a Caatinga, abragendo maior parte do Nordeste.
Mas, em termos de sobrevivência, preferimos pensar numa Zona de Matas, num Agreste, num Sertão.
O AGRESTE: esta área, que se estende do Rio Grande do Norte até Alagoas, começa, praticamente onde se podem notar os últimos vestigios da Zona da Mata.
É, verdade, uma área de transição, com caracteristicas próprias, que termina onde começam os Sertões, no topo do Planalto da Borborema.
No agreste, o chão das Caatingas é alternado pelos Brejos, verdadeiros vales, sempre verdes, ainda que as sêcas, com a presença de roçados, açudes e aldeias.

Xique-Xique, esta planta serve para alimentar o gado na época da sêca, e para os que estão se aventurando na Caatinga, guando cortada os galhos, tiramos água da mesma.
ESTE CACTUS CHAMA-SE FACHEIRO, TEM AS MESMA FUNÇÕES QUE O XIQUE-XIQUE PARA OS MORADORES DA REGIÃO, E TAMBÉM PARA A SOBREVIVÊNCIA NA CAATINGA GUANDO CORTAMOS OS CALHOS TIRAMOS ÁGUA PARA BEBER.

ESTE CACTUS, CHAMA-SE "MANDACARÚ", SEGUNDO OS HABITANTES DA REGIÃO DA CAATINGA, GUANDO O MESMO ESTÁ CHEIO DE FLORES É UM BOM SINAL QUE O INVERNO ESTÁ CHEGANDO, TAMBÉM TIRAMOS DELE ÁGUA PARA BEBER.

OUTRO TIPO DE CACTUS, É CONHECIDA POR COROA DE FRADE, DELA PODEMOS TIRAR ALGUMAS FRUTAS PEQUENA PARA SE ALIMENTAR.
O SERTÃO: Raream-se os "Brejos", vales férteis e sempre verdes, não mais se alternando com às Caatingas.
Já se distingue, então, na caminhada para o interior a presença do Sertão, semi-arido, de terreno cristalino, que esbarra, a oeste, nos Cocais e no Cerrado, e, em direção ao Sul, penetra em Minas Gerais.
É o "Sertão do verde quando chove", repetindo Hilton Sette.
É mais um dos contrastes nordestino. Terra de sêca inclemente, se não chove por mais de 9 meses, muda seu aspectos, quase que num milagre, após o segundo ou terceiro dia da chuva. O solo impermeável, não retém as águas das chuvas.
Para compesar, a natureza revestiu essas terras de plantas cactáceas (amiga da sêca), plantas essas que rétém água em seus caules, devido à membrana inpermeável que as envolve, dificultando a evaporação.
São as que voce viu acima o XIQUE-XIQUE, MANDACARÚ, FACHEIRO, ETC.
Um outro recusro, para evitar a evaporação da pouca água armazenada no solo, é a queda das fôlhas das pequenas árvores, que cobrem o chão. Dai, o aspecto desolador da Caatinga, durante o estio.
Pode-se distinguir o Sertão Alto, do Sertão Baixo. O primeiro, com maior incidência de chuvas, e uma vegetação mais exuberante, razão da existência de núcleos populacionais.
O segundo, o Sertão baixo, de clima ainda mais sêco e terras mais pedregosas, é mais inóspitos á sobrevivência.
Contudo, as cheias do São Francisco, que nêle serpenteia, regam e adubam a terra, permeando suas águas por seus afluentes, facilitando a agricultura.
Bem sabemos que, em alguns pontos dos sertões, pisamos, em plena sêca, sôbre verdadeiros lagos subeterrâneo. É o caso da Bacia Piauiense, a maior reserva freática do Brasil, que se estende da Chapada do Araripe até ao sul do Maranhão, incluindo o vale do Rio Gurquéia. Ainda outro, é a bacia dos rios Tucano-jatobá, da Bahia até o oeste Pernanbucano. Muitos são os poços artesianos a jorrar água no Nordeste. No Núcleo Colonial de Gurguéia, por exemplo, a vasão tem sido compensadora. Mas, tratamos aqui, dos recursos do aventureiro da Caatinga em conseguir água. Ocupamos em pensar na água imediata, obtida com os recursos do sertanejo.
a) Brejos: Escassos no Sertão, porém, frequentes no Agreste, aparecem entre as Caatingas, alguns vales férteis, ricos em pontos d'água, onde se plantam pequenos roçados. São os chamados Brejos, que continuam a fornecer água, nos poços cavados, ainda nas mais rigorosas estiagens. Em tôrno desses "oásis", vive, geralmente uma pequena povoação.
b) Caldeirões: São curiosas cisternas naturais, que conservam água de chuvas passadas por longo tempo.
c) Barreiros: Antes das chuvas, os habitantes da região, preparam uma espécie de bacia, de até cinquenta metros de diâmetro, cujo fundo é pisoteado pelo homem e pelo gado até consolidar o solo, para facilitar a conservação da água armazenada. Para ser ingerida, essa água também necessita de fervura ou de outro tratamento.
d) Condensação da Unidade: Um outro recurso é colher, durante a noite, a pouca água condesada nas fôlhasa, que escorre em filietes pelos troncos das árvores. O processo é lento, e a água, muito pouca.
Para êssa trabalho, lança-se mão do pano de barraca, do poncho, prêso ao trônco, ou de um papel impermeável, aparando a água no caneco do cantil.
e) Umbuzeiro: (umburana): importantissimo para a sobrevivência na Caatinga. Quando falarmos de ALIMENTOS, voltaremos ao Umbuzeiros. Suas raizes apresentam protuberância (cafôfas), como batatas, que acumulam água.
Esta protuberância da raiz (cafôfa) deve ser seccionada na parte de cima. Um aquecimento abaixo da mesma fará porejar água, para uso imediato, na parte seccionada. Outro modo: espremer a batata. Com o recurso anterior, conserva-se a raiz no solo, o que já não ocorre com êste último, embora mais fácil.
f) Gravatá aguado: Encontrado comemente nas regiões mais sêcas, conserva água entre suas folhas.
g) Macambira: semelhante ao gravatá, porém de menor capacida de retenção d'água.
h) Mandacaru: consegue-se água pisoteando e espremendo seus pedaços mais verdes.Normalmente, apresenta seis faces, como lâminas com espinhos nas extremidades.
i) Xique-Xique e Facheiro: essas plantas se assemélham. O facheiro é o de maior porte, com ramificaçõe mais abundantes. O xique-xique, menor, com espinhos maiores.
Fornecem água mediante o mesmo recursos aplicado ao mandacru.
j) Destilador Solar: UM RECURSO DESCONHECIDO PELO SERTANEJO.
Trata-se de uma imaginação de cientista.
Com êste processo, você poderá "conseguir" água no mais sêco dos solos. Basta que possua uma pequena fôlha de plástico.
DESTILADOR SOLAR

Com êste processo, você pode conseguir até 1 litro e meio de água, em 24 horas. Procedimento:
1 - Cavar um buraco, semelhante ao espaldão de Mrt, com um metro de diâmetro e 1/2 metro de profundidade.
2 - Cobrir o buraco com uma fôlha de plástico, tendo o cuidado de dar uma forma afunilida (como a figura), prendendo as bordas com terra e pedras.
3 - A água, condensada, escorrerá pela parte interna do plástico, em direção ao bico do funil, onde, préviamente, será colocado um vasilhame.
OBS: pode-se obter maior quantidade d'água, depositando-se pedaços verdes de alguma cactácea (xique-xique, mandacarú, facheiro, palmas).
Esses recursos que vimos, mais as escavações de poços nos leitos dos rios intermitentes, ou temporários, isto é, aqueles que secam na estiagem, são recursos do sertanejo para obter água nas regiões deserticas.
Diz o sertanejo, que "ninguém morrerá de sede se, pacientemente, a copanhar uma cabra ou uma ovelha". É que êsse animais procuram água mais cêdo que o o homem.
Um outro recurso, é seguir o rastro de cobra, que nos pode levar à água... ou à própria cobra.
A presença do largato (tejo) pode ser indicio da proximidade de alguma água. sua toca, normalmente, não se distancia de um ponto favoravel à obtenção do líquido.
quarta-feira, 24 de outubro de 2007
Lençol sujo
- Que lençóis sujos ela está pendurando no varal!
Provavelmente está precisando de um sabão novo. Se eu tivesse intimidade perguntaria se ela quer que eu a ensine a lavar as roupas!
O marido observou calado.
Alguns dias depois, novamente, durante o café da manhã, a vizinha pendurava lençóis no varal e a mulher comentou com o marido:
- Nossa vizinha continua pendurando os lençóis sujos! Se eu tivesse intimidade perguntaria se ela quer que eu a ensine a lavar as roupas!
E assim, a cada dois ou três dias, a mulher repetia seu discurso, enquanto a vizinha pendurava suas roupas no varal.
Passado um mês a mulher se surpreendeu ao ver os lençóis brancos, alvissimamente brancos, sendo estendidos, e empolgada foi dizer ao marido:
- Veja ! Ela aprendeu a lavar as roupas, será que a outra vizinha ensinou !? Porque , não fui eu que a ensinei.
O marido calmamente respondeu:
- Não, é que hoje eu levantei mais cedo e lavei os vidros da nossa janela!
E assim é.
Tudo depende da janela através da qual observamos os fatos.
Antes de criticar, verifique se você fez alguma coisa para contribuir; verifique seus próprios defeitos e limitações.
Devemos olhar, antes de tudo, para nossa própria casa, para dentro de nós mesmos.
Só assim poderemos ter real noção do real valor de nossos amigos.
Lave sua vidraça.
Abra sua janela.
"Tire primeiro a trave do seu olho, e então verás claramente para tirar o cisco do olho do teu irmão" (Mateus 7:5)
Deus te abençoe !
sábado, 20 de outubro de 2007
PROBRE TATU.

Canino alarme! Corremos a toda a brida! Logo um tamanduá se vê dos cães cercado. É a primeira presa. Morto, é deixado para recolher mais tarde e seguimos porque o forte desta caça é o tatu ou, com muita sorte, o caititu. E este céu tão mágico, tão pleno! Noite. Silêncio. É preciso submergir em esta noite e em este silêncio e seguir de ambos impregnado. A cada célere passo, dois gritos expertos do caçador à frente, como um guia. Lanternas acesas na corrida. Correr. Estacar, lanternas apagadas. Escutar. Lá longe, o raro latido ou o chocalho sumido do nosso cão incita-nos à correria mais sôfrega e serena. Completo silêncio. Sentar. Fumar. Correr. Parar. Escutar. Fumar. Conversar.
Mas que céu sobredivino! Pelo ouvido, chegamos desenfreados aos caninos: acuados, acuaram um tatu. Escava-se no trilho das suas luras sinuosas. Primeiro tatu, dobrado trabalho. É crianço, por isso, devolvido. E será assim, neste ritmado suor, até que o demorado sol nasça. E os estremecimentos de um tatu vivo, amarrado, insistindo em viver, suspenso dos meus dedos...E o odor às suas urinas nos meus dedos, os seus olhos de inerme e misericoridiosa animalidade orelhuda, e a sua couraça incouraçante, e os pêlos do seu peito, e o debater inconformado da sua cauda no meu braço, e aquela gambá fedorenta que caçámos na clareira do cimo de um morro, com um odor afinal tão natural e intenso como o da própria mata perfumada que desbravávamos. E um céu de que nunca pude tirar os olhos e me lembrou o fundo cumprimento do que, em aventura acamaradada e suor, vida inteira, e poalha, eu tanto desejara e me lembrou a dimensão espiritual integrada de tudo.
quarta-feira, 17 de outubro de 2007
Serra do Pedro


1ª CAMINHADA ECOLOGICA DE PICUI - 2009
1ª CAMINHADA ECOLOGICA DE PICUI
1ª CAMINHADA ECOLOGICA DE PICUI
1ª CAMINHADA ECOLOGICA DE PICUI
GAIOLA DE ALEX
PASSEIO DE GURGEL EM PICUI
CACHOEIRA DO PEDRO
CASA DE MARIBONDO CABOCLO
NINHO DE BEM-TI-VI
UMBUZEIRO
Planta tipica da nossa região
Bandeira do municipio
Nossa história - Cidade de Picuí - PB
Fonte: Pesquisa: Município de Picuí - Esboço Histórico de Abílio César; Leis - Por Tayana Macedo

